Massacre cometido por Efrain Gonzalez em Puente Nacional (Santander) em setembro de 1960
Massacre cometido por Efrain Gonzalez em Puente Nacional (Santander) em setembro de 1960
Memória Histórica Não Contada do Conflito Armado na Colômbia, Sessão nº 981
Neste episódio, os coronéis Ramiro Saldaña Amézquita, Iván González Urán, Bernardo Fuentes Pulido, Vicencio Ortiz Cadena, Luis Alberto Villamarín Pulido e o sargento-mor Oswaldo Ramírez Montaña realizam uma análise geopolítica, histórica, estratégica, tática e operacional do massacre cometido na área urbana do município de Puente Nacional, Santander, pelo bandido conservador Efraín González em setembro de 1960. O massacre ocorreu durante o período de luto de nove dias por um camponês assassinado por González.
Os analistas examinaram os seguintes aspectos:
1. Quem era o bandido conservador Efraín González Téllez, vulgo “Sete Cores” ou “Irmão Juanito”, e por que ele contou com a cumplicidade de um setor significativo da Igreja Católica para se esconder após cometer tantas atrocidades? 2. Qual era o deplorável cenário de violência tripartite na Colômbia em 1960, quando o primeiro governo da Frente Nacional, liderado pelo líder liberal Alberto Lleras Camargo, já estava em seu segundo ano?
3. Como foi noticiado pela mídia da época o ataque terrorista perpetrado pelo bando de Efraín González na área urbana de Puente Nacional em 1960?
4. Poderíamos explicar ao nosso público o objetivo específico dos líderes dos três partidos responsáveis pela violência em obter o controle do oeste de Boyacá e do sudoeste de Santander, regiões onde os bandidos liderados por Efraín González chegaram para cometer crimes no final de 1958, pouco depois da posse do governo da Frente Nacional?
5. O que os líderes nacionais, departamentais e locais dos principais partidos políticos estavam fazendo, nesse ínterim, para erradicar de forma prática e mensurável a lamentável onda de violência tripartite que assolava a Colômbia em 1960?
6. Como a nefasta aliança do MRL com os bandidos comunistas, contra o destino da Colômbia, foi percebida na época?
7. Observemos respeitosamente um minuto de silêncio em memória das vítimas do banditismo tripartite contra a Colômbia.
8. Existe alguma analogia entre as manobras políticas do governo Alberto Lleras Camargo — por não agir com mais firmeza contra as gangues tripartites e até mesmo atrasar a implementação do Plano Lazo, enquanto simultaneamente reivindicava uma liderança inexistente em assuntos de segurança nacional — e a atual cumplicidade de Gustavo Petro com os narcoterroristas das FARC e do ELN, sob a farsa da paz total?
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