Revista Time dos Estados Unidos recomenda leitura do livro “Pacto FARC-Santos”
Colección de ensayos, artículos académicos y análisis profundos del Coronel Luis Alberto Villamarin Pulido.
Embora as autoridades nova-iorquinas tenham se apressado em assegurar que é certamente um ato terrorista mas que é isolado, perpetrado por um “lobo solitário”, a situação indica outras realidades que os países afetados pelo jihadismo não querem reconhecer.
Lea mas acerca de Pacto Farc-Santos por Luis Alberto Villamarin Pulido
Na senectude, a monjinha terrorista Leonor Esguerra Rojas, filha de uma das famílias de elite que tanto dano causaram ao país com seu direito divino sobre o poder na Colômbia, decidiu reconhecer por escrito em sua biografia “A busca” que, do mesmo modo que os seus, ela também causou graves danos ao país, porém, desde o lado do terrorismo comunista.
Do mesmo modo que cada uma das etapas das conversações do governo Santos com as FARC, o assunto das zonas veredais de transição e a entrega das armas em poder do grupo terrorista caracterizou-se por informações inexatas, muita auto-publicidade do governo, imposições desafiantes das FARC, acompanhamento auto-elogioso da comunidade internacional, desinformação crescente para os colombianos, suposições noticiosas de alguns meios de comunicação e jornalistas colombianos próximos à marmelada santista, um congresso da República que não está a altura ante o desafio histórico, e uma academia manipulada por viezes esquerdistas que desejam ver um êxito político de paz onde não existe.
2. A Rússia não atacou o ISIS nem está em seus planos imediatos fazê-lo, senão que permite que os Estados Unidos o façam para depois negociar cara-a-cara, não a saída de Bashar Al Assad mas a possessão da Síria.
1. O segundo pacto entre Santos e o grupo terrorista não é um acordo de paz, mas uma forma habilidosa das FARC para terminar o conflito, quer dizer, que as Forças Militares não as ataquem em suas guaridas.
Em que pese a nefasta experiência das conversações com as FARC, nas quais se chegou à mesa sem plano estratégico e sem estudos anteriores claros e metodológicos do comportamento estratégico das FARC, ao extremo que esse grupo terrorista que conseguiu acumular 297 páginas de imposições unilaterais, tudo estabelecido desde o princípio, com a conseqüente derrota política de Santos nas urnas por vontade decidida do povo colombiano que disse não a seu espúrio pacto, hoje Santos volta a cair nos mesmos erros cometidos com as FARC para negociar com o ELN, a saber:
Às perguntas dos jornalistas Roger Vivas e Ariane González da citada emissora, a respeito da incidência que possa ter o prêmio Nobel da Paz outorgado ao presidente Juan Manuel Santos no desenlace dos acordos de paz com as FARC, o coronel Villamarín afirmou: